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Anemia aplástica - fatal nas fêmeas

Nas fêmeas não reprodutoras, a permanência prolongada no cio pode causar uma condição grave chamada anemia aplástica induzida por hiperestrogenismo. Durante o cio, os níveis de estrogénio mantêm-se elevados, o que, ao longo do tempo, prejudica a medula óssea e impede a produção normal de glóbulos vermelhos e brancos. O resultado é uma anemia grave, que se manifesta através de apatia, fraqueza, perda de apetite, gengivas pálidas e, em casos avançados, hemorragias espontâneas.

Esta condição é muito perigosa e pode levar à morte se não for prevenida. Por isso, é fortemente recomendado que todas as fêmeas que não vão reproduzir sejam protegidas com implantes hormonais, que interrompem o ciclo do cio e previnem o hiperestrogenismo.

A anemia aplástica não tem cura definitiva. O tratamento é geralmente de suporte, com transfusões de sangue em casos críticos, que podem salvar ou melhorar temporariamente a vida da fêmea. No entanto, mesmo com cuidados intensivos, a condição pode ser fatal se a intervenção não for precoce.

A prevenção é, portanto, essencial: colocar implantes hormonais em fêmeas não reprodutoras e observar cuidadosamente qualquer sinal de apatia ou palidez, bem como perda de pêlo na área do pescoço e costas, pode fazer toda a diferença na saúde e sobrevivência do animal.

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Furões de linhagens de beleza europeias, angorás e semi-angorás. Juíz internacional. Registado no ICNF com o nº 15PT0129/B

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